

O Sauroposeidon deveria passar 3/4 de seu tempo comendo uma tonelada de suas folhas, já que naquele tempo, estas eram pobres em energia. Apesar da quantidade que ingeria, não seria o bastante para tornar o animal ágil.






O Tiranossauro (Tyrannosaurus Rex, que significa "lagarto tirano rei " ou numa tradução alternativa "rei dos répteis tiranos") foi uma espécie de dinossauro carnívoro e bípede que viveu no fim do período Cretáceo, principalmente na região que é hoje a América do Norte.
Segundo os cálculos feitos até então, o tiranossauro podia alcançar até 40 km/h (algunscientistas discordam desse valor e dizem que ele podia alcançar até 60 km/h) quando corria, era portanto apto a caçar suas presas, embora, possivelmente, utilizasse de emboscada para um ataque mais bem sucedido.
Se por um lado as pernas de um tiranossauro eram bem desenvolvidas e fortes, por outro lado seus braços eram fracos, pequenos e curtos. Isto se deve a evolução dos terópodes do cretáceo. No início desse período, os carcharodontossaurídeos como o Giganotossauro,Carcharodontossauro e o Mapussauro, já apresentavam braços pouco desenvolvidos, possibilitando uma maior velocidade de ataque. Seguindo essa tendência, os Tiranossauros sucederam esses animais, apresentando, além de um crânio mais robusto e eficiente, braços ainda menores, no intuito de balancear o peso com a cauda e atingir velocidades ainda maiores que os outros carnívoros mais primitivos.
É provável que os tiranossauros vivessem em grandes grupos familiares, tal como elefantes. O achado de um crânio de tiranossauro danificado comprova que deveriam ocorrer violentas batalhas por comida e pelo direito de se acasalar entre os indivíduos dessa mesma espécie.
Os primeiros vestígios atribuídos à espécie datam de 1900, por Barnum Brown (o popular "senhor ossos", apelido que representa a enorme quantidade de fósseis desenterrados por ele), assistente do curador do Museu Americano de História Natural, descobertos no estado de Wyoming, nos Estados Unidos. O espécime estava parcialmente completo, e superava o tamanho de todos os terópodes conhecidos. Foi batizado, então, de Dynamosaurus imperiosus pelo seu descobridor. Esse nome permanecera por alguns anos, até que, em 1905, com o sucesso que o D. imperiosus conquistara no mundo da paleontologia; Henry Fairfield Osbron-curador do museu onde o espécime estava-decide alterar o nome da espécie. Com os dados obtidos sobre tamanho, a precoce agressividade ligada ao animal, o nome não poderia ser outro: Tyrannosaurus rex.
Todavia, a história de descoberta da espécie ainda não está completa. Fontes revelam que, em 1892, o pesquisador Edward Drinker Cope catalogara o T.rex, mas sob o nome de Manospondylus gigas. A proeza de Cope consistia em duas vértebras, sendo que, atualmente, uma delas se encontra perdida. Inicialmente, Osbron só reconheceria as semelhanças entre as espécies em 1917. Todavia, devido as condições do M. gigas, este foi dado como um nomen oblitum.
Ainda sobre outros nomes, atualmente há um debate sobre a existência do Nanotyrannus, que muitos afirmam ser um T-Rex filhote descrito como outra espécie. No entanto, o animal apresentava mais dentes, que se desenvolviam de forma diferente, o que pode significar a descoberta de uma nova espécie.
DESCRIÇÃO
Foi um dos maiores carnívoros terrestres de todos os tempos, alcançando 5,5 metros de altura , cerca de 14 metros de comprimento e pesando cerca de 6,5 toneladas . É considerado por muitos o predador mais eficiente e o mais aterrorizador dinossauro que existiu pois, embora houvesse espécies maiores, tal como oEspinossauro, o Giganotossauro e oCarcharodontossauro, o Tiranossauro era o mais poderoso, tendo a musculatura mais desenvolvida, bem como uma maior velocidade, uma melhor visão, comparável às aves de rapina atuais, e um cérebro mais desenvolvido. Sua boca possuía dentes que chegavam a medir incríveis 25 centímetros, sendo que já foram encontrados dentes de mais de 30 cm. Estes eram curvados para trás e, diferentemente do Carcharodontossauro, eram cônicos e grossos, chegando a estraçalhar os ossos e moê-los junto com a carne. Os dentes usados ou quebrados muitas vezes são encontrados, mas diferentemente daqueles de mamíferos, nos tiranossauros, bem como nos demais dinossauros carnívoros, dentes eram constantemente substituídos durante toda a vida do animal.
Foi o animal terrestre mais feroz de todos os tempos, bem como aquele que possuía a mais potente mordida, bastando apenas uma única certeira para matar a presa.
Sua mandíbula é imensa, podendo abrigar meia tonelada de comida lá dentro, e por possuir músculos extremamente desenvolvidos no pescoço possui uma força de mordida maior que qualquer outro dinossauro, chegando a potência de 5.000 kg.
O maior crânio de Tiranossauro até hoje encontrado mede até 1.6 m (5 pés) de comprimento. Em comparação com outros terópodes, o tiranossauro teve um crânio particularmente grande. O crânio foi extremamente largo posteriormente, com um focinho estreito, permitindo um grande grau de visão binocular. Alguns ossos, como o nasais, foram fundidos, prevenindo movimento entre eles.


O leão-americano ou megaleão (Panthera leo atrox ou Panthera atrox) é um felino extinto que viveu na América do Norte durante o Plistocénico e se extinguiu há cerca de 10 000 anos. A espécie, de classificação ainda discutível (ver em baixo), é geralmente considerada como um sub-tipo do leãomoderno (Panthera leo) e próxima do leão-das-cavernas que viveu na Europa durante o mesmo período.
A espécie foi descrita com base em centenas de fósseis retirados dos Poços de betume de La Breana Califórnia. Através destes exemplares, sabe-se que o leão-americano foi, ao lado do Smilodon populator, o maior felino conhecido e um dos maiores carnívoros de sempre, sendo 25% maior que oleão actual. Os machos mediam até 4,0 metros de comprimento e pesavam cerca de
310 kg; as fêmeas eram mais leves com cerca de 210 kg. A dentição do leão-americano era bastante semelhante à do leão moderno, mas os dentes eram proporcionalmente maiores. A sua capacidade craniana era também por comparação mais elevada, o que leva a especular sobre uma inteligência também superior. As patas do leão-americano eram mais longas o que sugere que, apesar do tamanho, fossem corredores ágeis e velozes.
O leão-americano foi um dos predadores mais comuns do seu tempo, o que sugere que a espécie tenha sido bem sucedida, e encontrava-se no topo da cadeia alimentar. As suas presas eram provavelmente veados, bisontes, mamutes juvenis e outras espécies pertencentes à megafaunanorte-americana.